sábado, 28 de agosto de 2010

Uma tarde cinzenta

Quero me banhar em tuas águas


Sem medo de me perder em sua correnteza

Que faça de mim o que bem quiser.

Uma fonte inesgotável de prazer.

O vento beija teu corpo, enarmônico, suave e calmo.

Não há lemes, barcos, piratas.

Não se avista terra de lugar algum.



Flutuo nesse  corpo profundo, não sei por quanto tempo.

Os pássaros cantam o sol se põem.

Finalmente descanso pela eternidade.

Faço parte de ti.

Stanis.S.

2 comentários:

  1. Meu Deus! Que coisa mais linda! Quanta poesia! Gamei parte 3. ;)

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  2. Tu anda lendo Neruda escondido!!!!!
    Maravilhoso

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